Sobre nós

“Uma dieta vegan é provavelmente o maior passo para reduzir o nosso impacto no planeta” - Joseph Poore, Universidade de Oxford, Science 2018

MUKA significa "mudança verde", uma mudança que acreditamos ser essencial para enfrentar os desafios ambientais e éticos dos nossos dias. Convencidos de que seres humanos, animais e natureza podem viver em harmonia, decidimos aliar esta convicção à nossa paixão pela cozinha e pela arte da fermentação.

A nossa transição para uma dieta vegetariana veio acompanhada da descoberta de novos e incríveis sabores. Rapidamente deixámos de sentir falta dos sabores antigos. Havia, contudo, uma excepção: o queijo.

Os “queijos vegetais” eram produtos feitos à base de óleos, amidos e aromas que, para além de fazerem mal à nossa saúde, em nada nos remetiam à memória afetiva que tínhamos do sabor a “queijo”, obtido através da fermentação e do tempo.

Acreditámos que podíamos fazer melhor. A Muka é o resultado de várias experiências caseiras que rapidamente tiveram sucesso entre a família e os amigos. Uma alternativa vegetal simples e saudável que pretende satisfazer os paladares de todos aqueles que se quiserem atrever a explorar novos sabores. 

Alternativas vegan saborosas e saudáveis

Encontramos os melhores frutos secos, juntamos-lhes água, sal e culturas de fermentação (aka probióticos) e deixamo-los fermentar e curar por várias semanas ou meses. Todos os nossos queijos são produzidos à mão, em pequenos lotes.

Inspirados pela queijaria tradicional, seguimos métodos de produção queijeira artesanais e milenares e utilizamos apenas ingredientes biológicos.

Processo do fabrico do queijo de caju - colhido, descascado, demolhado, triturado, fermentado, acarinhado, curado

Embalagens

Utilizamos as embalagens mais sustentáveis que encontrámos. Os cremosos são guardados em frascos de vidro recicláveis e reutilizáveis e os restantes queijos em embalagens feitas a partir de cartão 100% reciclado e reciclável FSC e envolvidos em sacos de vácuo ou películas. Os sacos de vácuo podem ser compostados em casa ou colocados num recipiente municipal de resíduos orgânicos. As películas do Brito e Cajuberto apenas são compostáveis industrialmente, pelo que devem ser colocadas num recipiente municipal de resíduos orgânicos. Caso não tenhas forma de o fazer, coloca-as no lixo comum pois não podem ser recicladas.

Queremos promover a reutilização de embalagens sempre que possível. Nesse sentido, daremos um vale de 0,50€ de desconto numa futura compra por cada frasco que nos for devolvido - de momento só conseguimos oferecer a devolução nos mercados em que estamos presentes (mensalmente), nas entregas da nossa loja online (em Lisboa), ou no nosso espaço em Marvila.

A nossa história

Sou a Teresa e comecei a Muka em plena pandemia porque achei que era urgente haver queijo vegetal de qualidade para que as pessoas pudessem ter uma dieta com menor impacto ambiental e mais saudável.

Depois de cinco anos a trabalhar em terras de sua majestade, a rainha Isabel II, sentada num escritório, decidi fazer-me à vida. A decisão deu-se num raro dia em que o sol não raiou, para surpresa dos intervenientes. Convenci o Manel (o meu mais-que-tudo) de que um gap year não era só para adolescentes, vendemos os nossos pertences e preparámos as malas, com o objectivo de cruzar todo o continente americano (desde a Patagónia até ao Alasca) por terra e água, à boleia.

Passou-se um ano de aventuras até que um vírus nos trocou as voltas. Estávamos ainda na Colômbia, a meio do percurso, e acabámos por decidir regressar à pátria por uns meses, até a poeira baixar, para logo regressar à viagem.

Confinada em casa, pus mãos à obra e criei um pequeno laboratório de fermentação e de experiências, desde o pão, à cerveja e queijo vegetal.

Em Londres tinha-me apaixonado por gastronomia, depois de descobrir todo um mundo novo de culinárias, ingredientes e processos de fermentação. Tornei-me padeira de fim-de-semana, desde 2015, quando descobri que um tal de sourdough era incrivelmente melhor do que pão que estava habituada a comer em Portugal (não suportei aliás deixar o Freddy - a minha massa mãe - para trás e levei-o a viajar connosco por toda a América do Sul, onde serviu de repasto em mais de 40-50 ocasiões). Depois descobri os krauts, a kombucha, o tempeh e, mais tarde, que era possível fazer queijo a partir de frutos secos.

Senti que havia ainda todo um mundo novo por explorar no queijo vegetal e o gosto por desafios acabou por me levar para aqui. A poeira da pandemia acabou por demorar mais do que previamos a baixar, decidimos ficar e a Muka nasceu.

Queres saber mais?

Se quiseres saber mais, envia-nos um email para info@muka.pt. Esperamos responder o  mais brevemente possível.